13 de out de 2008

Civilização (Cassildo Souza)

Aparentes ilusões
Alimentam nossas vidas
Sofridas, bem vividas, engrandecidas
Numa simples folha seca, que vai ao chão.
Somos muitos em pouco espaço
No compasso dessa rotação,
Lunáticos, terrenos, serenos ou não
Somos um complexo, o universo,
Somos a criação, a solução, a confusão
Somos os atores, inventores,
Sem temores, com amores, com ou sem escuridão.
Somos tantos, em vários cantos.
Na esquina da mais temível calada
Estamos firmes, errôneos, certeiros,
Corriqueiros, flutuantes marinheiros
Em busca da total perfeição.

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