13 de mar de 2009

COISAS DO INVERNO SERTANEJO (Cassildo Gomes)

Na calada da chuva barulhenta
Os raios luminosos,
Os ventos variados,
Os trovões se destacavam;
Como resposta ao bafo quente
Que antes percorrera aqueles pontos
E a sensação de sonolência (típica)
Era a tônica daquela tarde.
Em outra dimensão,
Muita água,
Muito barulho,
Muita gritaria,
Muita esperança...
É o Sertão, sempre aberto
Aos amenos do inverno incerto,
Necessário
Indispensável
Imprescindível.

Um comentário:

Soraia Barbosa disse...

Bela poesia.
É muito bom ter esse inverno incerto.
Dormir ao compasso do frio que a chuva traz...

Forte abraço.