18 de abr de 2014


VIDA VIRTUAL OU VIDA APARENTE?


Vida virtual ou vida aparente?

Às pessoas que tanto pregam a harmonia nas redes sociais, em especial nas datas religiosas, eu sugiro que saiam um pouco da ideologia e comecem a agir concretamente. Proponho que reflitam se estão fazendo aquilo que propagam, se mantêm uma conduta adequada fora da vida virtual ou se preocupam em ser solidárias com outros indivíduos. 

Na vida virtual (ou vida aparente), muitas são as receitas de paz, amor, solidariedade. Muitos são os que posam de exemplares, com discursos bem construídos (às vezes nem tanto) e com relatos de experiências bem-sucedidas. Já sabemos que - fora da rede - quase tudo é humano, mortal, egoístico, sem alegoria nenhuma. As atitudes contradizem as falácias e torna-se evidente o quanto o ar de superioridade impera nas experiências digitais.  

Não é que não existam pessoas bem intencionadas, mas a porcentagem é inversa ao que se pensa em relação às de caráter duvidoso. Ninguém com bons propósitos  precisa ostentar na grande rede as suas virtudes, posto que qualidades legítimas são percebidas por quem está a nosso redor. O louvor próprio nunca me pareceu razoável, mas é dessas datas que ele se agiganta. Basta utilizarmos a barra de rolagem do Facebook para nos depararmos com uma infinidade de modelos virtualmente perfeitos. Apenas virtualmente.

Se estamos mesmo em período de reflexão (e o concebo assim), que pelo menos tenhamos a hombridade de admitir nossas fraquezas, nossa inércia, nossa falta de compromisso com o que realmente importa, nossa falta de respeito às pessoas e nossa fragilidade enquanto seres humanos. É um belo início e, em meu entender, muito mais significativo do que apresentar uma realidade inexistente para nossos "pseudoamigos" da internet.  Se somos tão exemplares assim, não precisamos esperar datas esporádicas para mostrarmos que não somos (ou quem não somos).

Uma Páscoa cheia de sinceridade e menos hipocrisia; menos aparência e mais atitude.

Cassildo Souza

17 de abr de 2014

Emprego do hífen 04


De acordo com a grafia vigente, prefixos terminados em vogais juntando-se ao segundo elemento iniciado com "H" exigem separação por hífen. Já era dessa maneira antes do Acordo Ortográfico.

sobrE-Humano - infrA-Hepático - supeR-Humano - antI-Higiênico

Emprego do Hífen 03


Com o Novo Acordo Ortográfico, se o prefixo terminar em "R" e a palavra seguinte iniciar também em "R", deve haver separação. Observemos a grafia:

inteR-Relação - hipeR-Romântico - inteR-Regional

Emprego do Hífen 02


Com o Novo Acordo Ortográfico, e consequente padronização do emprego do hífen, algumas mudanças merecem destaque.

Vogal final do prefixo juntando-se às consoantes "R" ou "S" que iniciam o segundo elemento exige dobrar a consoante e eliminar o hífen. Atentemos para as novas grafias, que parecem estranhas num primeiro momento:

antIRReligioso - autORRetrato - antIRRábico

ultrASSonografia - antISSéptico - antESSala

Emprego do Hífen 01


Com o Novo Acordo Ortográfico, algumas confusões provocadas pelo hífen parecem ter acabado. Houve uma padronização na composição das palavras formadas por prefixação. 

Vogal final do prefixo diferente da vogal inicial do termo seguinte exige um vocábulo só; vogais iguais nesses dois termos exigem separação por hífen. Vejamos as novas grafias:

infrAEstrutura - autOEstima - autOAvaliação - autOAjuda

antI-Inflamatório - contrA-Ataque - micrO-Onda

DICA DE TÍTULO - INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS

Dificuldades em interpretação de textos? São 815 questões para treinar, dos mais diversos concursos e exames. Mais uma da Editora Campus, série CONCURSOS PÚBLICOS.


5 de abr de 2014

OBRIGADO PELOS 2 MILHÕES DE ACESSOS


São 2.008.000 acessos com abordagem de conteúdos educacionais, o que nem sempre é comum em se tratando do Brasil. 

Obrigado a todos que nos acessam e fazem deste espaço uma forma de difusão do conhecimento.

Grande abraço a todos os internautas.

Professor Cassildo Souza.