31 de dez de 2014

QUE 2015 SEJA APENAS A CONTINUIDADE DO "TODO"

Sabendo que calendários são mutáveis ao longo da história, o final ou início de ano torna-se algo mais abstrato do que qualquer outra coisa. Isso faz com que acreditemos que o intervalo de tempo que atribuímos ao período de 365 dias marque o fim de um ciclo e o início do outro. O que seria de nós, mortais, se não fossem certas convenções, ainda que possam ser questionadas mais à frente?
Vamos dizer que eu desconsidere esse intervalo. Assim, eu não poderia pedir nada para 2015, posto que em se tratando de um todo ( o tempo ), o que virá a partir de amanhã nada mais será do que a continuidade do que está acontecendo agora, em 31 de dezembro. E o que tem acontecido até agora para mim, neste todo, tem sido de coisas extremamente positivas, alentadoras, que dão esperanças.
Tudo bem, a cidade, o estado, o país estão longe de serem ideais. Também pudera, são articulados por seres humanos assim como eu, que falham constantemente: às vezes na tentativa de acertar, outras vezes nem tanto. O fato é que 2014 foi - como têm sido os últimos anos - um período de produção, de conquistas, de aprendizados, de posicionamentos contrários também, porque a divergência faz as coisas caminharem progressivamente.
Eu não posso reclamar deste ano que, conforme nossas convenções temporais, está terminando. É que eu não posso reclamar do TODO, não posso ser ingrato com a vida e com tudo que ela me tem proporcionado.
Agora, sim, considerand apenas o INTERVALO 2014, eu tenho uma palavra que o resume: GRATIDÃO. Gratidão pelas pessoas que me rodeiam; gratidão por aquelas que, mesmo não me apreciando muito, me fazem rever certos conceitos, ainda que posteriormente a certos fatos; gratidão pelos amigos (quantidade não é qualidade, e disso posso me orgulhar); gratidão pela família (mãe, pais, irmãos, esposa, sobrinhos...); gratidão pelos meus alunos; gratidão pelos meus colegas. gratidão pela VIDA.
Problemas? Discordâncias? Aborrecimentos? Qual simples mortal não os conheceu? E isso deve fazer parte do conjunto da obra, que no final me oferece um saldo mais positivo do que eu poderia imaginar. Portanto, só tenho a agradecer e reafirmar desejo por continuar melhorando como pessoa, como profissional. Enfim, como mais um componente entre os 7 bilhões de habitantes da Terra.
Que 2015, sem ser o intervalo abstraído em nossas mentes, seja apenas a continuidade do que já foi o ano anterior e que eu possa continuar agradecendo a Deus o fato de estar aqui, de fazer o que gosto, com quem gosto, de dividir ideias, de aprender coisas surpreendentes e de ser quem eu sou.
Muito obrigado a todos que, não só em 2014, tem me possibilitado cumprir funções e missões.

24 de dez de 2014

NO NATAL, MENOS DISCURSO E MAIS AÇÃO!


Coincidentemente às renovações que a humanidade prega neste período do ano, em que todos parecem ficar melhores ou pelo menos reproduzir o que outros dizem, me vem uma espécie de inquietação, visto que tudo para, tudo fica meio "preguiçoso", os assuntos são sempre os mesmos, "Feliz Natal", "Boas Festas", "Próspero Ano Novo", "Bom Ano". Acabam-se repetindo coisas muitas vezes sem se dar conta do que se diz ou sem incorporar aquilo que se prega.
Não é que eu seja contra desejar boa transição de ano. Longe de mim isto, pois que palavras leves são melhores do que palavras negativas. Se o Natal - para os cristãos - é o Renascimento, metaforizado na figura de Cristo, é preciso, principalmente aos indivíduos que propagam a paz, o amor, a tolerância em seus discursos, ter coerência entre o que se afirma e o que se realiza, de fato. É necessário diminuir um pouco o entusiasmo das declarações e aumentá-lo em termos de ações. Se formos observar, o problema do mundo não está em ignorar este período de festas: está, ao contrário, muito mais nas pessoas que, defendendo ser esta a época de renovações, nada fazem - na prática - para que elas aconteçam.
Minha mensagem de Natal tenta fugir aos clichês com que habitual e historicamente nos deparamos. Eu desejo que nesta passagem de 2014 para 2015, as pessoas que pregam a paz, os sentimentos positivos, a tolerância e tudo o mais, calem-se um pouco; arregacem as mangas; façam mais coletivamente e menos individualmente; enrole menos nas suas funções; sejam menos invejosas (em outras palavras, trabalhem mais); e que desçam um pouco do pedestal, antes de caírem.
Aos meus amigos, colegas e familiares, eu desejo que sejam beneficiados por tais ações e, além de tudo, desejo-lhes saúde, elemento sem o qual os outros elos são irrelevantes.

23 de dez de 2014

RESULTADOS DO ENEM 2013 REFLETEM POUCAS MUDANÇAS CONCRETAS NO ENSINO PÚBLICO BRASILEIRO

Cassildo Souza

Os resultados gerais do ENEM / 2013 denunciam uma triste, mas já esperada realidade, em se tratando do ensino brasileiro: das 100 escolas com melhores médias nacionais, apenas 7 são públicas. E tal cenário tenderá a permanecer, caso o nosso país continue a ignorar os investimentos (de ordem estrutural, qualificatória remuneratória) nos primeiros níveis de ensino e se as condições socioeconômicas desses alunos se mantiverem. Justiça seja feita, alguma coisa mudou nos últimos anos, mas em a dívida sendo histórica, é preciso maior celeridade na tentativa de diminuir tamanha diferença entre alunos públicos e privados.
As ações nesse sentido não podem limitar-se a instituir cotas sociais para reparar, de maneira provisória e remediadora, os atrasos de nosso sistema educacional. Valem até certo ponto - também não se pode ignorar completamente esse tipo de política, por diversas razões a serem discutidas em outro momento. A raiz do problema, todos sabem, está lá embaixo, na base, nos primeiros níveis de ensino, os quais serão decisivos na formação do aluno quando este atingir o nível médio. É lá que o aluno precisa alicerçar seus conhecimentos especialmente em matemática e língua portuguesa, os dois componentes mais importantes na escolarização de qualquer indivíduo.
Além disso, é preciso continuar buscando a melhoria de condições econômicas das famílias com baixa renda, às quais pertencem os alunos que não conseguem um rendimento satisfatório na prova. Os dados mostram que quanto mais alto o nível socioeconômico, maior a nota obtida no Exame. Cerca de 97% das escolas que obtiveram as melhores notas na edição do Enem 2013 são compostas por alunos ricos, com nível socioeconômico alto ou muito alto. Impossível seria ignorar essa estatística, a qual relaciona, de maneira clara, as condições sociais e condições de aprendizado. Não se afirma, com isso, que os alunos pobres não podem aprender com qualidade, e isso até tem acontecido, mas a probabilidade de um estudante que enfrenta condições adversas apresentar bom rendimento em sua escolaridade é bem menor em comparação àquele que dispõe de uma estrutura a seu favor.
O Brasil precisa olhar com mais ênfase o ensino básico, ao mesmo tempo em que deve continuar - e com mais agilidade - primando por resolver problemas sociais crônicos. A segunda opção parece estar um pouco à frente da primeira, e isso pode ser um problema. Os níveis mais básicos de ensino muitas vezes são deixados de lado, em preferência a uma campanha pela entrada nas universidades que nem sempre se dá de maneira meritória. O aluno que vai à universidade, hoje, beneficiado eventualmente por políticas públicas de inclusão (justíssimas, por sinal) precisa ter tido uma boa escolarização nos níveis primários para poder consolidar seus estudos com qualidade e com boas perspectivas de atuação, ao concluir sua graduação. E isso, se considerarmos os dados do ENEM, concebido prioritariamente para medir a qualidade do ensino médio, está longe de acontecer, em se tratando de escola pública. Mudanças substanciais precisam ocorrer.

CONCURSEIROS DE PLANTÃO - LÍNGUA PORTUGUESA

Pessoal, quem se interessar por compartilhar questões de concursos, em Língua Portuguesa, temos um grupo de discussão no Facebook.

Adicionem. O grupo é relativamente pequeno (cerca de 650 membros), mas é bem participativo.

O link para junta-se à página é: https://www.facebook.com/groups/concurseirosdeplantaoportugues/?fref=ts (CONCURSEIROS DE PLANTÃO - LÍNGUA PORTUGUESA).


19 de dez de 2014

AULA DA SAUDADE - 3.ªS SÉRIES - ESCOLA ESTADUAL "TRISTÃO DE BARROS" - 18.12.2014




SEMPRE GUARDANDO MOMENTOS...

Guardamos na memória – como tivesse ocorrido agora há pouco – a chegada de vocês ao Ensino Médio, cheios de expectativas, medos, sonhos, energia, curiosidade. Todos ávidos por ingressar numa outra etapa do ensino, aquela que encerraria – como hoje se encerra – a base da educação de cada um. Nem poderíamos imaginar – àquela ocasião – que o momento viesse tão rápido, transportando-nos meteórica e inevitavelmente para esta inesquecível noite. A saudade já nos abraça desde já.
Guardamos na memória – como tivesse sido ontem – as primeiras aulas com vocês, as apresentações de cada um, algumas tímidas, outras atrapalhadas, muitas até inseguras. Porém, todas verdadeiras, revelando caráter. As primeiras dúvidas, as primeiras reclamações de ambos os lados, as primeiras discussões, os primeiros pedidos de silêncio, os primeiros choros pelos trabalhos cansativos; as primeiras reuniões de pais, os primeiros elogios dos mestres, os primeiros eventos de que participaram. Guardamos com uma precisão que nem mesmo sabíamos ser possível.
Guardamos na memória – como há segundo tivesse acontecido – as primeiras amizades, e até namoros, provenientes da relação entre vocês, em dado momento já consolidada; os primeiros grupos formados em cada turma, as primeiras desavenças, as primeiras picuinhas, as primeiras reconciliações, os primeiros pedidos de perdão. Os primeiros perdões concedidos. Tudo está intacto, em cada um de nós, aqui presentes esta noite.
Guardamos na memória – como se fizesse apenas uma hora – as primeiras conversas francas entre professores comprometidos e alunos que precisavam de um norte: as falas que buscavam acrescentar valores à formação de estudantes não satisfeitos apenas com conteúdo teórico desprovido de relação com a vida real; as primeiras dúvidas sobre o futuro profissional ou acadêmico que todos vocês sempre fizeram questão de conhecer. Formação no sentido mais legítimo da palavra.
Guardamos na memória – como se tivéssemos acabado de testemunhar – os brilhantes trabalhos idealizados, realizados e apresentados por todos que aqui estão; os avanços que a cada temporada vocês adquiriam com decorrer do tempo; o amadurecimento natural e projetado pela escola que vocês tanto amam. O ensino sendo transformado em prática e transformando alunos comuns em cidadãos. Vocês já começam a sê-lo.
Guardamos na memória tudo o que aconteceu nesses últimos 36 meses: como humanos que somos, houve fatos positivos e negativos. Sobre os negativos, nos absteremos de tratar, posto que o lado bom de vocês imperou à maior parte do tempo. É dele que precisamos falar: das demonstrações de carinho, de afeto, de confiança. Demonstração de amor entre o ensinante e o que aprende; entre o que aconselha e o que questiona; entre o que orienta e o que procura orientação. Orientação que ultrapassa qualquer limite das disciplinas exercidas por cada um dos professores.
Ao observamos fotografias de 3 anos atrás, percebemos que aqueles meninos e meninas apreensivos mudaram não só fisicamente. Mudaram maneiras de pensar e de agir deles e de nós, mestres, que não somos donos da verdade e que nos deparamos diariamente com lições de vida das mais belas. E continuam aqui, vivos, saudáveis, ativos. Não poucos, neste intervalo de tempo, já se foram deste plano. Vocês mudaram para crescer, como continuarão a mudar principalmente de agora em diante.  
Guardaremos na memória os primeiros sucessos de cada um, seja na profissão, seja na universidade, seja como pessoas de bem, comprometidas com o mundo à sua volta.
Guardaremos na memória as primeiras notícias do quanto estarão bem-sucedidos, atuando naquilo que escolheram, sendo relevantes socialmente, primando pelo lado correto e nunca pelo caminho obscuro da vida.
Guardaremos na memória os momentos em que, mesmo sem aulas, vocês continuaram aqui, no ambiente que lhes agrada, demonstrando a gratidão e o desejo de permanecer perto dos professores, mesmo com o desgaste natural de qualquer convivência.
Guardaremos na memória, para todo o sempre, vocês, seres que nos engrandecem e que fazem da nossa vida algo significativo, por todos os atos que nos proporcionam dia a dia.
Vocês jamais sairão de nossas vidas, pois a memória cuidará de mantê-los agarrados para sempre em nós, que – por nossa vez – nunca mais os perderemos de vista.

Nós os amamos. 


*Mensagem dedicada aos alunos das 3.ªs séries "A", "B" e "C", por ocasião da Aula da Saudade, em 18.12.2014. 















AULA DA SAUDADE - 9.ºs. ANOS - ESCOLA ESTADUAL "TRISTÃO DE BARROS" - 17.12.2014

PRONTOS PARA CRESCER.

O dia, enfim, chegou. A trajetória de 9 anos de ensino fundamental é concluída com sucesso por todos vocês, que até pouco tempo eram crianças, dependentes dos pais e dos professores para tudo aquilo de que precisavam. O tempo passou e muitos nem viram. Um piscar de olhos e estão todos aqui, prontos para ingressarem no ensino médio. Incertezas, medos, apreensão. Sentimentos naturais num momento como este.
Dificuldades? Como desconsiderá-las? Muitos aqui são vencedores pela persistência, pela superação de muitos obstáculos que vão além da esfera escolar. Sabemos o quanto as famílias hoje sofrem para educar seus filhos, neste mundo tão cruel, violento e excludente; vocês acabam de terminar a primeira grande etapa dos estudos necessários para uma formação digna. São merecedores de todos os aplausos, por vencerem essas barreiras, colocadas diariamente na vida de todos nós. Viver é complexo. Viver para ser correto, ainda mais! Mas estão aqui, finalizando a primeira parte.
Antes crianças, hoje adolescentes. Fase considerada difícil, confusa, inquietante. Mas é inevitavelmente a fase mais linda do ser humano. Marrentos algumas vezes, dóceis em outros momentos; explosivos e carinhosos; obedientes e irreverentes; intensos e reservados. Mas sempre espontâneos, procurando respostas para as inúmeras questões da vida. Estão no ponto de serem cidadãos; estão no tempo de aprender coisas essenciais, sem as quais não poderão continuar vencendo dificuldades, que a partir de então, serão ainda mais evidentes.
Neste período que ora se finaliza, foram muitas as experiências: amizades iniciaram na infância e continuam até este momento; namoros aconteceram, namoros acabaram; a dor de um foi chorada pelo outro como se fosse sua; houve discórdias, divergências, picuinhas; mas houve perdão. Aliás, a maneira como vocês perdoam os erros dos colegas e amigos constitui uma lição de vida para nós, adultos, que nos julgamos muitas vezes os donos da razão.
Vocês aprenderam muito. Alguns aproveitaram mais, outros nem tanto, já que os seres humanos são indivíduos, cada um com suas concepções e preferências. Ainda assim, tiveram oportunidade de demonstrar o crescimento durante inúmeras atividades em sala de aula e fora dela, orgulhando a escola e, ao mesmo tempo, indicando que poderão ser alunos de referência no ensino médio, próxima etapa que se inicia.
Não nos esqueceremos – professores e alunos – da convivência que tiveram até aqui. As aulas diárias – algumas interessantes e outras não tanto – os primeiros medos, as primeiras repreensões, as divergências, as lições de moral, os sermões, as impagáveis demonstrações de afeto e carinho. Não nos esqueceremos das entradas fora de hora na sala dos professores, que provocaram tantas reclamações; também não nos esqueceremos do olhar pela vidraça dessa mesma sala, comunicando-se conosco, querendo de alguma forma nossa presença. Vocês ficarão para sempre em nós.
Alguns mudarão de escola, seja por aprovação em Institutos Federais, seja por motivos pessoais, tendo que ir para outras cidades. Ainda assim, levarão consigo cada lembrança, cada gesto, cada atitude demonstrada pelos colegas e pelos seus mestres. Nunca conseguirão apagar os inúmeros momentos (mais positivos do que negativos) vividos aqui, na escola que tanto amam e que escolheram para a primeira etapa da vida escolar. E nós, professores, jamais nos esqueceremos de cada um, pois ficarão para sempre marcados em nossos corações, onde quer que estejamos.
Vão agora para um novo desafio que os espera. Um desafio para o qual estão prontos. Vocês continuarão a nos orgulhar como sempre fizeram, por uma simples razão: ESTÃO PRONTOS PARA CRESCER.
Deus os acompanhe nesta nova etapa.
A vocês, a nossa eterna gratidão; o nosso eterno amor.
Muito obrigado.
Cassildo Souza

*Mensagem dedicada aos alunos dos 9.ºs. anos "A" e "B", da Escola Estadual "Tristão de Barros", por ocasião da aula da saudade, em 17.12.2014.




15 de dez de 2014

SINDÉTICO E ASSINDÉTICO.

Na língua portuguesa, estudando PERÍODO COMPOSTO POR COORDENAÇÃO, nós nos deparamos com ORAÇÕES SINDÉTICAS e ORAÇÕES ASSINDÉTICAS.

Não à toa classificamos todas as SINDÉTICAS. Síndeto significa CONECTIVO, CONJUNÇÃO. Então, uma oração COORDENADA SINDÉTICA é aquela que contém uma conjunção, um síndeto, elemento que denomina a sentença.

Por sua vez, o termo ASSINDÉTICO refere-se a ASSÍNDETO (ausência de conjunção, significado marcado pelo prefixo "a") e, portanto, diz respeito à oração que não inclui CONJUNÇÃO em seu interior.
Ex.:
Estamos apenas a passeio /, POR ISSO não tratamos de negócios.
   O. C. ASSINDÉTICA               O. C. SINDÉTICA CONCLUSIVA

Simples assim.

14 de dez de 2014

PALAVRAS DE DUPLA PROSÓDIA


Há - na língua portuguesa - palavras que admitem dupla grafia, dupla pronúncia (dupla prosódia, portanto), cabendo ao usuário da língua optar pela que melhor lhe convém. Em alguns casos, tendo em vista a tonicidade, o plural também passa a ser de dupla possibilidade, conforme o que se empregue. Algumas dessas palavras são:
réptil ou reptil - répteis ou reptis;
acróbata ou acrobata;
projétil ou projetil - projéteis ou projetis.
bênção ou benção;
hieróglifo ou hieroglifo;
ortoépia ou ortoepia;
xérox ou xerox;
Oceânia ou Oceania;
Ájax ou Ajax.

No entanto, deve-se ter cuidado em vocábulos que parecem ter dupla prosódia, mas não têm. São os casos de "recorde" e "rubrica" (sem acento e, portanto, paroxítonas).

10 de dez de 2014

MOSTRA CIENTÍFICA E CULTURAL 2014 - ESCOLA ESTADUAL "TRISTÃO DE BARROS"

UMA INOVAÇÃO, UM AVANÇO

Quando se propôs a realização de uma mostra científica e cultural para cada nível de ensino (fundamental e médio), algumas incertezas vieram para todos nós, daEscola Estadual Tristao De Barros. Fazer um evento em que a segunda parte fosse um congresso, como se costuma fazer no ensino superior, não seria fácil. E nada realmente o é.
Mas o comprometimento imperou. A começar de nossos alunos,verdadeiros protagonistas do I CONGRESSO CIENTÍFICO E CULTURAL da Eetb Emi. A logística do evento foi praticamente toda realizada pelos alunos concluintes, que demonstraram empenho e interesse para que tudo desse certo. O nível das oficinais e minicursos, das apresentações orais no auditório - uma delas relacionando filosofia e literatura - o envolvimento dos profissionais da instituição, tudo contribuiu para o sucesso, já na primeira edição.
Foi um dia cansativo, como já tinha sido na excelente exposição dos meninos do ensino fundamental, mas foi essencial para demonstrar que educação se faz com compromisso, com entusiasmo e principalmente permitindo ao aluno ser o ator principal. Aos parceiros, como SEBRAE, na figura de George Negreiros, ministrante do SEI EMPREENDER, de Haddock, com a oficina de xilogravuras, do Casarão de Poesia, cedendo o espaço para a oficina de Luma Carvalho, à Anhaguera, que disponibilizou profissional para ministrar palestra, só temos a agradecer. Sua contribuição abrilhantou ainda mais nossa iniciativa.
Os funcionários, os professores, a equipe pedagógica, a equipe gestora e, especialmente sempre, os alunos compõem uma escola viva, dinamizada, vibrante e preocupada com a formação integral dos seus estudantes. É para isso que devem existir as escolas, caso contrário seriam dispensáveis. Parabéns a todos que colaboraram para que esse passo fosse dado.
Orgulho de ser EETB sempre!

Obrigado, meu Deus!

ABERTURA DA MOSTRA CIENTÍFICA E CULTURAL 2014 (24.11)

Apresentação do Maculelê


Peça de Teatro "O lado "B" do Brasil"

Representação da música "Nordeste Independente"

EXPOSIÇÃO DE PAINÉIS DO ENSINO FUNDAMENTAL (25.11)

Obesidade e avaliação funcional (Ed. Física)

Lançamento da Revista "Você Conectado"
(Magnífico Trabalho com alunos do 9.º ano,
professora Luciana Carvalho)


Oficina de Cosméticos e Saneantes

CONGRESSO CIENTÍFICO E CULTURAL DO ENSINO MÉDIO 2014 (27.11)





Comunicações Orais

Comissão Julgadora das "Comunicações Orais"

Oficina de Teatro

TRISTÃO DE BARROS É CAMPEÃ NACIONAL DO PRÊMIO "RESPOSTAS PARA O AMANHÃ", DA SAMSUNG

A Escola Estadual "Tristão de Barros", localizada em Currais Novos-RN conquistou uma das maiores vitórias de sua rica história de 36 anos: foi campeã nacional do CONCURSO "RESPOSTAS PARA O AMANHÃ", em sua primeira edição, promovido pela multinacional SAMSUNG. O resultado foi divulgado na segunda-feira (08.12), durante a realização do I ENCONTRO REGIONAL DE EDUCAÇÃO "RESPOSTAS PARA O AMANHÃ", no Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo-SP, com a presença das 5 campeãs da fase anterior.

O objetivo da iniciativa era premiar práticas educativas que usasse a tecnologia em favor da sustentabilidade, e o projeto do Tristão de Barros consiste em reutilizar resíduos eletrônicos para construção de equipamentos de inclusão (foi construída uma bengala eletrônica, com sensores que indicam a presença de um obstáculo para pessoas com baixa visão.

O projeto foi coordenado pelo professor de Física Ivanês Oliveira Alexandrino e realizado pelos alunos da 3.ª série "A" do Ensino Médio Inovador. Viajaram para o evento a Diretora Elba Alves, o professor Ivanês, além dos alunos: Matheus Vinícius, Ingrid Larissa, Bruno Henrique, Bruno Álan e Jéssica Beatriz.

Um prêmio de significativo valor educacional, indicador de que a escola está no caminho certo em suas práticas, pelo comprometimento de todo o corpo de funcionários, equipe pedagógica e gestora, professores e, em especial, os alunos. Este é apenas o reflexo de inúmeras outras atividades relevantes e que fogem ao convencionalismo realizadas naquele espaço de educação viva, dialógica, com aplicação prática.

PREMIAÇÃO GERAL 

20 FINALISTAS
Cada uma das vinte finalistas será premiada com 01 (um) kit de edição de vídeo composto por:
• 1 (um) Notebook Samsung; 
• 1 (uma) câmera de fotografia/filmagem Samsung.
Observação: o Kit de edição é destinado à escola na qual a prática educativa está sendo realizada.
5 PRÁTICAS  
VENCEDORAS NACIONAIS
As vencedoras nacionais receberão os respectivos prêmios:
• 1 (uma) Medalha e 1 (um) Tablet Samsung para o diretor da Instituição de Ensino na qual a prática foi premiada; 
• 1 (uma) Medalha e 1 (um) Tablet Samsung para o professor/a responsável pela prática premiada; 
•  1 (uma) Medalha e 1 (uma) Câmera Fotográfica Digital Samsung para cada um dos alunos da Classe, os quais tenham participado da prática educativa premiada.
PRÁTICA EDUCATIVA
VENCEDORA PELO JÚRI POPULAR
Além da premiação por ter sido uma das cinco vencedoras, a prática mais votada via site, receberá o troféu intitulado: “Prática Educativa Vencedora pelo Júri Popular”.
GRANDE VENCEDORA NACIONAL (eSCOLA "TRISTÃO DE BARROS")
Além da premiação por ter sido uma das cinco vencedoras, a instituição de ensino responsável pela prática educativa grande vencedora será contemplada com a Samsung Smart School, contendo os prêmios abaixo:
• 50 (cinquenta) Tablets - Samsung Tablets Mod. Ref. Galaxy Tab 3 10.1 ou similar; 
• 1 (uma) TV 60” Full HD Samsung; 
• 1 (um) Notebook Samsung.
Fonte: https://www.samsung.com.br/respostasparaoamanha/Premiacao#none 
Matheus, Elba Alves (Diretora), Jéssica, Bruno Henrique, Ivanês (professor), Ingrid e Bruno Álan