23 de jan. de 2017

CALENDÁRIO SISU/2017.

Site do SISU já se encontra ativo (www.sisu.mec.gov.br). O Sistema de Seleção Unificada estará disponível para inscrições de 24 a 27 de janeiro de 2017 e oferecerá 228 mil vagas em UNIVERSIDADES PÚBLICAS.

O resultado da seleção será divulgado dia 30 de janeiro. Acompanhe o cronograma.

"TÃO POUCO" / "TAMPOUCO" - QUAL A DIFERENÇA?

"Por TÃO POUCO dinheiro não vou trabalhar!"

"Ele não trabalha TAMPOUCO estuda."

Já parou para observar que essas formas são diferentes?

Apesar de não se revelar diferença na pronúncia, elas se distinguem quanto à grafia: a primeira equivale a MUITO POUCO (TÃO = MUITO - adv. intensidade), por isso é separada, são duas palavras; a segunda é uma composição, formando um único vocábulo com alteração ortográfica, equivalendo a NEM.

Ou seja, "Ele não trabalha NEM estuda".


Simples.Basta cuidado na hora de escrever.

22 de jan. de 2017

PARA "MIM" ESTUDAR ou PARA "EU" ESTUDAR?

"Este conteúdo é para MIM estudar" ou "Este conteúdo é para EU estudar"?

Dúvidas com pronomes são recorrentes. Cuidado neste caso! 

Quando houver infinitivo (ESTUDAR, VENCER, TRABALHAR) depois do eventual pronome, nunca use MIM; use sempre o pronome EU.

"Este conteúdo é para EU estudar". 

Só assim seu estudo terá resultado!


21 de jan. de 2017

BARBARISMOS - TROCA DE LETRA NA ESCRITA/PRONÚNCIA DAS PALAVRAS.

"O PADASTRO ficou com a guarda da criança".
"A humanidade está muito SUPÉRFULA".
"O ESTRUPO não foi consumado".
"O jacaré é um tipo de LARGARTO?" 

Casos de BARBARISMOS. Troca de letra na escrita/pronúncia. Cuidado. As palavras destacadas acima estão erradas quanto à sua grafia. Não se trata de aprender regras aqui. São palavras conhecidas e é preciso atenção ao empregá-las.

Corrigindo as frases:

"O PADRASTO ficou com a guarda da criança".
"A humanidade está muito´SUPÉRFLUA".
"O ESTUPRO não foi consumado".
"O jacaré é um tipo de LAGARTO?" 


Não erre!

20 de jan. de 2017

"APARTIR"?

"APARTIR de hoje tudo vai mudar."

Espera-se que mude também a escrita da expressão acima. 

Comumente é escrita - equivocadamente - como sendo apenas um vocábulo. É simples: A PARTIR significa A COMEÇAR, A INICIAR, portanto, é uma expressão formada por "a" + verbo, indicando o início de determinada etapa.

Então, A PARTIR de hoje, não escreva erradamente. 

Outro alerta: não há sinal indicativo de crase (`), visto que antes de verbos isso não é possível.

19 de jan. de 2017

"ENXERGAR" ou "ENCHERGAR"?

"Preciso ENCHERGAR melhor as coisas".

Inclusive a maneira como se escrevem as palavras. É muito comum essa e outras palavras serem confundidas quanto ao uso do "X" e "CH". A palavra destacada acima está errada ortograficamente.

Geralmente as palavras iniciadas em "EN" tendem a serem escritas com "X": ENXergar, ENXame, ENXurrada, ENXoval, ENXofre.

As exceções ficam por conta de ENCHer (CHEIO) e ENCHarcar (CHARCO) por causa de suas palavras primitivas.

Então, nunca mais ENCHERGUE; prefira sempre ENXERGAR.

18 de jan. de 2017

ENEM PASSARÁ A SER EXCLUSIVO PARA ENTRADA NAS UNIVERSIDADES


MUDANÇAS NO ENEM - CONSULTA PÚBLICA


MEC DIVULGA NOTAS DO ENEM - SISU INICIARÁ DIA 24.01

 
Link original da matéria:

http://g1.globo.com/educacao/noticia/sisu-disputa-por-238-mil-vagas-em-universidades-publicas-comeca-dia-24.ghtml

"VÊ/VER - CRÊ/CRER - DÁ/DAR..." - DÚVIDAS PERMANENTES

Sobre estes verbos, eu já postei orientações no blogue e em vídeo do YouTube, mas sempre causam dúvidas. Vamos lá:

"Ele VÊ/CRÊ/LÊ/DÁ/ESTÁ..." ou "ELE VER/CRER/LER/DAR/ESTAR..."?

Primeira opção está correta, visto que os aqueles verbos - ao concordar com a 3.ª pessoa do singular - recebem acentos; a segunda opção não pode ser considerada, visto que os verbos ali estão no infinitivo impessoal, semelhante a "Ele FAZER/Ele ESCREVER...". no infinitivo, os verbos devem ser sempre acompanhados de um verbo auxiliar/flexível, formando locução verbal. 

Para resumir:

"Ele CRÊ na condição humana" (correto).
"Ele PODE CRER na condição humana" (correto).
"Ele VER chifre em cabeça de cavalo" (errado)
"Ele PODE VÊ chifre em cabeça de cavalo" (errado).

Abaixo, link com vídeo sobre o tema:

17 de jan. de 2017

"S", "C" ou "Ç" ? NEM SEMPRE A REGRA É A MELHOR OPÇÃO.

"...mas é muita PRETENÇÃO."

"Espero sua COMPREENÇÃO."

"Estou muito ANCIOSO".

Todas são palavras escritas equivocadamente. Não se trata de 'decorar' uma regra. Esses vocábulos são muito comuns. É preciso atenção na hora de escrevê-las.

PRETENSÃO, COMPREENSÃO, ANSIOSO são as formas adequadas.

Revise sempre seu texto.

RESULTADO OFICIAL COM A NOTA DO ENEM 2016!


Fonte: http://portal.inep.gov.br/artigo/-/asset_publisher/B4AQV9zFY7Bv/content/id/600160

16 de jan. de 2017

CONCORDÂNCIA COM "NENHUM DE NÓS" / "ALGUM DE NÓS".

"NENHUM de nós FEZ a atividade" ou "NENHUM de nós FIZEMOS a atividade"?

Cautela aqui! 

Com as expressões NENHUM DE.../ALGUM DE..., o verbo concorda no SINGULAR, ou seja, considera-se a unidade da expressão e não seus elementos.

Portanto, a segunda sentença é a adequada gramaticalmente.

"NENHUM DE NÓS FEZ a atividade" ou "ALGUM DE NÓS FEZ A ATIVIDADE" são frases corretas.

Fique atento!

"INFRINGIR" ou "INFLIGIR"?

"O agente INFRINGE A lei" ou "O agente INFLIGE a lei"?

Depende das intenções desse agente.

INFRINGIR significa contrariar, desobedecer; INFLIGIR significa aplicar, fazer valer. 

Portanto, gramaticalmente, as sentenças estão adequadas. Semanticamente, elas mudam: no primeiro caso, alguém desobedece à lei, enquanto que no segundo alguém aplica a lei.

Cuidado nessas palavras.

14 de jan. de 2017

CUIDADO AO ESCREVER CERTAS PALAVRAS!

Cuidado!

Não existe a palavra ENTRETERIMENTO". É comum vê-la considerada dessa forma em muitos locais.

O adequado é ENTRETENIMENTO, do verbo ENTRETER, derivação de TER.

A ortografia é um dos pontos complexos de nossa língua.

MAS e MAIS: dupla trabalhosa na hora de escrever!

"Eu não aguento MAS você"; "Eu não queria, MAIS preciso ir". 

Devemos ter cautela com o uso de MAS e MAIS. 

Formalmente, as duas sentenças acima estão equivocadas. MAS é conjunção adversativa, sinônimo de PORÉM, TODAVIA, CONTUDO; MAIS é o oposto de MENOS ou apresenta sentido semelhante ao de JAMAIS, indicando o encerramento de um ciclo.

Então, corrigindo, teremos adequadamente:

"Eu não aguento MAIS você", "Eu não queria, MAS preciso ir", "Eu preciso de MAIS paciência".

13 de jan. de 2017

"LHE/LHES" ou "O/A/OS/AS"? DÚVIDA COM PRONOMES OBLÍQUOS

"Eu LHE amo", "Eu LHE vi", Eu LHE conheço". Formalmente estas construções são inadequadas.
 

O pronome "lhe" é sintaticamente OBJETO INDIRETO (ou seja, substitui uma expressão acompanhada de preposição, como OBEDEÇO A, PERTENÇO A). Não é o caso dos verbos AMAR, VER, CONHECER, que são VTD.

O correto seria "Eu O/A amo"; "Eu O/A vi"; "Eu O/A conheço".


Os demais pronomes (ME, TE, SE, NOS, VOS) são invariáveis.

"MIM" - UM INTRUSO INSISTENTE!

Na dúvida, experimente colocar um "a" antes de MIM. O erro será improvável.

Ela MIM ama (errado) = Ela A MIM ama (correto).

Seria mais interessante usar "Ela ME AMA", mas como está difícil, a dica acima pode ser válida.

"AO ENCONTRO DE" ou "DE ENCONTRO A"?

"Minhas ideias VÃO AO ENCONTRO DAS suas" ou "Minhas ideias VÃO DE ENCONTRO ÀS suas"?

Depende do que se quer expressar. No primeiro caso, "ao encontro de" indica ACORDO, CONVERGÊNCIA; no segundo, "de encontro a" sinaliza DIVERGÊNCIA ou DESACORDO.

Então, na primeira sentença alguém concorda com as ideias do outro, enquanto que na segunda, discorda-se de alguém.

Sentidos totalmente opostos.

"A" ou "HÁ"? UMA DÚVIDA COMUM E PERTINENTE.

"Estou aqui HÁ muito tempo" ou "Estou aqui A muito tempo"?

Nas condições de temporalidade, formalmente, o adequado é empregar A para tempo futuro, enquanto que HÁ deve ser usado com tempo decorrido (semelhante à forma FAZ).

Então, o correto seria escrever:
"Estou aqui HÁ muito tempo" (FAZ muito tempo).

Numa frase indicativa de futuro, o A poderia se 'encaixar' da seguinte maneira:
"Daqui A pouco estarei aí".

29 de dez. de 2016

A GRATIDÃO ALIMENTA A HUMANIDADE


A humanidade se alimenta de muitos valores. Muitas ideologias. Às vezes toscas, às vezes necessárias para a continuidade da espécie humana. Coisas dispensáveis para uns constituem obrigatoriedade para outros. E esse contraste parece ser o que temos de mais interessante, mesmo agora num mundo sem graça, violento, hipócrita, mas ainda assim – e por isso mesmo – humano. Fazer retrospectivas, projeções ou promessas compõe um desses aspectos – digamos – “bestial”, sem importância, desnecessário; ou então, indispensável, crucial, fundamental. Estou do lado de cá, posto que ainda não me transformei em uma máquina programada para agir.

O tempo é imensurável em si, mas, estabelecidas as medidas para sua contagem, costumamos prestar contas a nós mesmos a cada período de um ano, muitas vezes mobilizados pela tradição das comemorações (não caberá aqui tratar das razões comerciais subjacentes). O ano de 2016 foi sabidamente complexo não apenas para alguns indivíduos; foi difícil para o país e o para o mundo. Foi estranho, mórbido. Mas é impossível sair de um intervalo de tempo dessa categoria apenas com realizações negativas. Certamente foi um ano de produtividade para muita gente: muitos ganharam um emprego, um amor, um filho; outros concluíram sua casa, sua faculdade, iniciaram seu empreendimento. Muitos se motivaram a buscar certas conquistas. Comigo não foi diferente. Houve momentos positivos e negativos, sendo que os primeiros ainda superam os posteriores.

Talvez tenha sido o ano de maior questionamento sobre meu trabalho, o que entendi como um sinal de que as pessoas me cobram por aquilo que eu possa representar. Não sou mais um iniciante, então a tendência é que esperem mais de mim agora do que em períodos antecedentes. Contraditoriamente, eu produzi mais do que em qualquer outro ano. Busquei mais e melhores formas, tentei adequar-se aos contextos a que me expus. O que poderia ser visto negativamente, então, acaba se incorporando à parte positiva, já que incentiva e encoraja a variarmos os modos como atuamos. Independentemente dos questionamentos, concluímos nossa vertente profissional de modo sereno e responsável, cientes das falhas e de algumas eventuais qualidades.

No âmbito pessoal também não posso reclamar muito. É claro que ser pai à primeira vez estava nos meus planos. Isso quase aconteceu. Poderia ter-me abalado mais do que me abalei, mas as coisas têm seu próprio curso e não podemos ficar lamentando-as eternamente. Isso certamente ocorreu com vários outros indivíduos pelo país, porque são eventos que acontecem diariamente. Temos que agradecer sempre os fatos que nos são atribuídos, simplesmente porque nunca haverá perfeição em nossas vidas. Houve equívocos, os quais podem ser corrigidos para 2017. Só vivemos quando aprendemos com as negatividades. 

O balanço é positivo, em meu entender. Porém, sempre existem desejos a se expressar. Coletivamente, eu desejo um ano de menos brigas ideológicas e mais debate maduro sobre a situação do país; menos arrogância e mais serenidade; mais brio, mais coragem, mais vontade; mais humildade para se admitir os erros e mais humildade para perdoá-los; mais trabalho, mais atitude e menos hipocrisia; mais consciência e conhecimento na hora de escolhermos os representantes; menos militância simbólica e mais concretude naquilo em que se acredita; mais humanidade e menos robotização. 

Agradeço pelo ano que ora se encerra. Estamos de pé, e o mais importante, acreditamos ainda nas melhorias, embora conscientes da situação. Agradeço pelas realizações e pelo aprendizado que 12 meses inevitavelmente nos trazem. 

Apesar de tudo, “Vejo a vida melhor no futuro”, porque é esse otimismo (não forçado) que nos move a continuar buscando crescer sempre.

Que 2017 não seja apenas uma inspiração para se dedicar aqueles desejos clichês como “Feliz Ano Novo”, “Ano Bom”, “Venturoso Ano Novo”. Que seja, de fato, um período de conquistas, de sensibilidade, de gratidão e de muito amor, não o amor das redes sociais, mas o que emana do interior de todos nós.


 

8 de dez. de 2016

MAIS VÍDEOS DO PROJETO "MY FAVORITE SONG'

 
Counting Stars (One Republic)

 
Story of My Life (One Direction)

19 de nov. de 2016

MY FAVORITE SONG 2016 - PRODUÇÃO DE VIDEOCLIPES BASEADOS EM CANÇÕES DA LÍNGUA INGLESA

Pouco mais de um mês sem postar ou responder comentários por aqui tem uma explicação. Na Rede Estadual, eu sou professor de Língua Inglesa e todos os anos temos um projeto denominado de MY FAVORITE SONG, em que os alunos escolhem músicas de sua preferência para - dentre outras tarefas - produzirem um clipe "cover", não constituindo paródia, mas a própria concepção audiovisual deles com autenticidade, levando em conta a mensagem passada na letra da canção.

Trata-se de uma experiência que vem desde 2013, e a cada ano, alguns grupos conseguem resultados maravilhosos. Em 2016, todas as séries do ensino médio (1.ªs, 2.ªs. e 3.ªs.) participam dessa produção, movimentando nossa cidade com cerca de 50 grupos - 50 videoclipes - em vários pontos para gravação. Uma mobilização, uma experiência incrível. Enquanto professor, "apenas" os oriento, apresentando um roteiro e estabelecendo diretrizes para que as coisas funcionem adequadamente.

Todos os vídeos são publicados no nosso canal do YouTube ("CASSILDO SOUZA"), divididos em "playlists" por ano, como por exemplo, "MY FAVORITE SONG 2016" e podem ser acessados por qualquer pessoa, com raras exceções e restrições a alguns dispositivos celulares.

Registro aqui fotos das apresentações e links de alguns vídeos produzidos pelos estudantes da Escola Estadual "Tristão de Barros" - Língua Inglesa - Professor Cassildo Souza. 

Vale a pena conferir!

Muito obrigado.

Cassildo Souza.









See You Again (Khalifa & Putin)
(2.ª "D")



Set me Free (Casting Crowns)
(1.ª "A")



Photograph (Ed Sheeran)
(3.ª "B")



Friends (Megan Trainor)
(1.ª "C")