8 de jun. de 2014

TORCEREI, SIM, PELA SELEÇÃO BRASILEIRA!




O fato de o Brasil estar mal fora dos gramados (na saúde, educação, segurança, saneamento básico, infraestrutura) não significa - em meu entender - motivo para torcer contra a Seleção Brasileira. Quem torcerá contra e alega isso, já torceria contra do mesmo jeito ou se trata de pessoas que não gostam de futebol. São as mesmas que no dia das Eleições não se manifestarão contrariamente aos verdadeiros culpados por essa bagunça e os manterão lá, por mais uma copa do mundo. 

Separar as coisas é necessário. Torcer é espontâneo e não quer dizer, jamais, que por causa disso nos esqueceremos dos desmandos do Brasil. Eles sempre existiram com Copa ou sem Copa, lembram?

Apoio todas as manifestações (vejam bem: MANIFESTAÇÕES, não baderna) em prol de uma nação melhor, mas NUNCA crucificaria os esportistas - muitos deles de origem extremamente humilde e que, como numa loteria, realizaram seus sonhos - por causa dos descasos de 514 anos.

Torcerei, sim, pelo Brasil, porque sempre fiz isso, independentemente de onde o evento seja realizado.

27 de mai. de 2014

Inscrições do SISU (2.º semestre iniciam dia 02 de junho)


Segundo o Ministério da Educação, as inscrições para a segunda etapa do SISTEMA DE SELEÇÃO UNIFICADO, via nota do ENEM / 2013, será de 02 a 04 de junho de 2014, para os alunos que desejam ingressar no segundo semestre nas universidades públicas.

No link abaixo, do site infoenem.com.br, há mais detalhes sobre o processo. É a segunda grande oportunidade de se entrar para a universidade pela nota do Exame Nacional do Ensino Médio - ENEM.

http://www.infoenem.com.br/inscricoes-do-sisu-2014-2-comecam-dia-2-de-junho/





Por que não praticar redação, mesmo em preparação ao ENEM?

Cassildo Souza

                Pelos propósitos a que procura atender, a prática de produção textual escrita promovida pelos cursos preparatórios ao ENEM deveria receber mais adesões dos alunos, a cada edição, posto que o embasamento adquirido ao longo da preparação constituiriam a motivação para escrever esses textos. Não é o que se observa nas muitas instituições que atuam nesse segmento. Por mais que se ofereça esse suporte nas mais variadas formas, muitos alunos ainda insistem em ignorar essa importante etapa da preparação. Os resultados ao final do ano tendem a castigar drasticamente esses indivíduos.

                Os números da estatística nacional para a redação do Exame Nacional do Ensino Médio são assustadores. Apenas 0,9% de todos os alunos que fizeram a prova em 2013 obteve nota igual ou superior a 901 pontos. Quando se consideram os alunos que obtiveram uma nota na faixa de 701 a 1000 pontos, intervalo que pode colocar os candidatos em cursos mais qualificados, o percentual vai a apenas 10,3%. Juntando-se a esse dado o fato notório de que os alunos brasileiros mal leem e menos ainda escrevem, podemos entender que as coisas se encaixam. Os alunos em cursinho preparatório – o qual deveria ser encarado com uma revisão de assuntos pontuais – já vêm desmotivados desde sua formação básica, na qual muitos não são estimulados a desenvolver tal competência.

                O fato é intrigante, pois se não existe uma política educacional séria que incentive os alunos a praticarem leitura e escrita, tomando a primeira como base essencial para a segunda, então pelo menos deveria haver um interesse para tentar diminuir essa deficiência histórica da maioria dos alunos brasileiros, que – parecendo imitar as autoridades do país – muitas vezes tratam com descaso os aspectos ligados à aquisição do conhecimento. Não é fácil convencê-los de que, não havendo exercício diário, não se chegará a lugar algum.  Razoável é, também, enfatizar que esse “esnobe” se estende a outros pilares das Linguagens, Códigos e suas Tecnologias, como  Literatura, por exemplo, essencial para o entendimento de mundo e que normalmente é preterida por grande parte dos vestibulandos.

                O paradoxo desses fatos é que grande parte dessa clientela almeja cursos extremamente concorridos: engenharias, arquitetura, odontologia, direito, enfermagem e até medicina; além disso, esquecem-se de que geralmente os pesos das universidades para a redação é maior do que 1. Uma boa redação é tudo que se precisa produzir para estar na lista dos possíveis aprovados nesses cursos. Um bom texto, contudo, não virá somente com o querer sem ação, sem prática, sem base na leitura geral que o ENEM tem exigido de seus candidatos a cada ano.


                Entende-se que o modelo de educação brasileira é ultrapassado desde seu início; é sabido, ainda, que as escolas em geral não oferecem suporte ideal para que as leituras (em suas diversas formas, verbais ou não verbais) sejam priorizadas e realizadas com satisfação e qualidade. Entretanto, não se concebe mais ter esses “fenômenos” como justificativa para não se buscar suprir essas lacunas, não preenchidas ao longo da trajetória escolar básica. Não se conserta um equívoco com outro. Se há um objetivo a ser alcançado, nesse caso o ingresso à universidade via ENEM, a redação – como todas as outras áreas – será decisiva nesse processo. Não existe um meio que a exclua do processo. Sem ela, sim, o candidato é que se exclui do processo. 

18 de mai. de 2014

UFRN abre novo curso de medicina em três cidades do interior potiguar

15/05/2014 08h28 - Atualizado em 15/05/2014 11h55 (Fonte integral, sem adaptações: www.g1.globo.com)

UFRN abre novo curso de medicina em três cidades do interior potiguar

Vagas serão destinadas para Caicó, Currais Novos e Santa Cruz.
Primeiras turmas devem ter aulas já a partir do próximo semestre


A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) anunciou a oferta de um novo curso de Medicina para três municípios do interior do estado. Já a partir do próximo semestre, vagas estarão disponíveis para Caicó e Currais Novos, na região Seridó, e Santa Cruz, no Agreste potiguar. Ainda de acordo com a instituição, as primeiras turmas devem ter aulas já a partir do próximo semestre. Os estudantes podem usar as notas do Enem para concorrer às 40 vagas que estão sendo disponibilizadas.
De acordo com matéria exibida na manhã desta quinta-feira (15) pela Inter TV Cabugi, estudantes e professores aprovam a iniciativa (veja vídeo ao lado). A estudante Graziele Gleice já tentou o vestibular para o curso de Medicina no Rio Grande do Norte e em mais cinco estados. Para ela, as vagas disponíveis no interior vão aumentar as chances de realizar um sonho. “Com certeza vai dignificar a Medicina nos interiores, fazendo com que os nossos conterrâneos fiquem nas suas terras. Os grotões do Norte e Nordeste estão precisando disso”, disse a jovem.
Os professores acreditam que o aumento de estudantes de Medicina no interior pode atender a carência de cidades menores. “É positivo porque, aumentando a quantidade de vagas, vai aumentar também as chance dos alunos serem aprovados. E é positivo pelo fato da carência de médicos no interior”, acrescentou André Cury, que é professor de cursinho.  
Para Ângela Paiva, reitora da UFRN, a oferta de vagas no interior também tem o propósito de manter o profissional atuando na própria cidade em que será formado. “E assim eliminar uma possibilidade de êxodos de pessoas bem formadas, que deixam aquelas regiões anos a fio sem o desenvolvimento que ela precisa ter”, opinou.
Até 2017, o planejamento da UFRN é aumentar ainda mais o número de vagas para o curso de Medicina. A perspectiva é passar de 40 para 80 vagas no interior e de 100 para 160 vagas na capital. O diferencial é o projeto pedagógico, com foco voltado para a assistência na rede pública. A medida tem a intenção de atender ao programa Mais Médicos.

17 de mai. de 2014

DESEMPENHO GERAL NA REDAÇÃO DO ENEM / 2013

Apenas 10,5% de todas as redações do ENEM/2013 corrigidas atingiram nota igual ou superior a 701,0 pontos. 

Como se trata de estatística divulgada pelo próprio INEP, fica subentendido que os professores de redação têm toda razão de cobrar empenho de seus alunos. 

É preciso melhorar esse desempenho, caso se queiram alcançar cursos mais qualificados.


Ao se considerar a faixa de nota compreendida entre 901,0 e 1000,0 pontos, verifica-se que menos de 1% (0,9%) alcançaram esse patamar. Percentualmente, trata-se de um número extremamente preocupante.

Abaixo, o gráfico que define essas análises.


11 de mai. de 2014

MATÉRIA


O artigo sobre educação, como rotineiramente ocorre com Gustavo Ioschpe, é polêmico, mas a parte específica que reproduzo é, infelizmente, a mais pura verdade:

"Aí esses pais, e a mídia, vão finalmente querer entrar nas escolas para entender como é possível investirmos tanto e colhermos tão pouco. (...). Verão a quantidade abismal de professores que faltam ao trabalho, que não prescrevem nem corrigem dever de casa, que passam o tempo de aula lendo jornal ou em rede social ou, no melhor dos casos, enchendo o quadro-negro para o aluno copiar, como se isso fosse aula. (...)"

Veja, abril, 14.05.2014.

PARABÉNS, MAMÃES




Hoje, eu rendo Minhas as hoMenagens a todas as Mães do Brasil, eM especial, a Minha - Maria Lindalva. "Mãe" coM "M" Maiúsculo", a Mulher que Me ensinou a ser hoMeM de beM, quando eu ainda era criança; a Mulher que, eM Meio às dificuldades, nunca nos deixou desviar; nunca perMitiu que quaisquer obstáculos nos iMpedisseM de buscar nos estudos a dignidade que neM todos hão de conseguir. Nesta data, eu agradeço a Deus por poder hoMenageá-la e congratulo, na condição de privilegiados, todos aqueles que - coMo eu - têM a oportunidade de reconhecer a dádiva que essas Mulheres receberaM.

Grande Dia, MaMães!

EXERCÍCIO ENVOLVENDO A CRASE


No texto abaixo, verifique, em relação aos vocábulos "a", aqueles que devem ser acentuados com o indicativo de crase:

É consenso entre os economistas que o setor automobilístico é o que impulsiona A economia de qualquer país. QUATRO RODAS foi conferir e viu que os números são espantosos. A começar pelo mercado de trabalho. Estima-se que um emprego em uma fábrica de carros gera, indiretamente, 46 outros empregos. Por esse cálculo, 5 milhões de brasileiros dependem, em maior ou menor grau, dessa indústria. Até na construção civil A presença das rodas é enorme: 1 em cada 4 metros quadrados de espaço nas grandes cidades se destina A ruas ou estacionamentos. Na ponta do lápis, o filão da economia relacionado A automóveis movimentou, no ano passado, pelo menos 216 bilhões de dólares. Como o PIB brasileiro, nesse período, foi de 803 bilhões de dólares (e ainda não havia ocorrido A maxidesvalorização), cerca de 1 em cada 4 reais que circularam no país andou sobre rodas em 1998.

"CASA" E "TERRA": CASOS ESPECIAIS ENVOLVENDO A CRASE

1) Com os substantivos “terra” e “casa”, embora sejam femininos, a crase só será usada quando houver especificação:
a. Voltamos "a casa" quando escureceu. 
b. Chegamos "à casa velha" pela manhã.
c. O marinheiro voltou "a terra" para descansar. 
d. Voltamos "à terra natal" este ano.

CRASE FACULTATIVA

1) Pronomes possessivos femininos no singular: 
"Ele deu um presente à/a sua namorada."
2) Após a preposição até: 
"Fomos até à/a porta."
3) Com nomes próprios femininos:
"Ele referiu-se a/à Maria."

CRASE PROIBIDA

1) Nomes masculinos; 
2) Verbos; 
3) Entre palavras repetidas; 
4) Pronomes de tratamento (exceção: Sra. / Srta.); 
5) Pronomes indefinidos (exceção: outras); 
6) Pronomes pessoais; 
7) Pronomes relativos: a cuja / a quem;
8) Pronomes demonstrativos: a esta / a essa

"Dei um presente "à" ela." (errado)

EDITAL OFICIAL DO ENEM / 2014



1 de mai. de 2014

VIAGEM DE ESTUDOS - ESCOLA ESTADUAL "TRISTÃO DE BARROS" (CURRAIS NOVOS-RN) - 1.ªs. séries "A", "B" e "C"

Dia 29 de abril de 2014, dentro do planejamento anual da Escola Estadual "Tristão de Barros", realizamos nossa primeira viagem de estudos, direcionada a Natal-RN e Ceará-Mirim-RN, com as turmas de 1.ª série do Ensino Médio Inovador.

Foi uma viagem muitíssimo proveitosa, pois os alunos puderam vivenciar atividades que numa sala de aula jamais seriam possíveis. 

Fomos ao Parque da Ciência, com visitas aos blocos de Química, Física e Biologia, onde os alunos puderam ampliar seus conhecimentos acerca das áreas, tirando dúvidas, interagindo, vivenciando práticas.

A segunda parte da aula de campo deu-se com um passeio de Trem (Natal - Ceará-Mirim), para visita ao antigo Palácio do Governo e aos Engenhos, fazendo-se alusão a um período econômico muito forte no Estado do Rio Grande do Norte, o que interferia diretamente nas relações entre elite e povo.

Na última parte da atividade, foi feita uma visita à Matriz de Nossa Senhora da Conceição, a maior igreja do Estado do Rio Grande, à época em que foi construída.

Um resultado muito positivo, e os alunos mantiveram uma postura exemplar durante todo o trajeto.

Abaixo, algumas imagens registradas durante a aula.



















Fotos: Cassildo Souza

MAIS O "DIA DO TRABALHO" DO QUE O "DIA DO TRABALHADOR"



Aos que trabalham com dignidade, todas as minhas homenagens neste dia 1.º de maio. Para muitos trabalhadores brasileiros, não há motivos justos para se reverenciar a data, posto que vários são os descasos que os poderes públicos vêm alimentando ao longo das décadas.

- Não podem comemorar, em primeiro lugar, aqueles que estão sem emprego;
- Não podem celebrar este dia os que têm os direitos desrespeitados;
- Não comemorariam a data aqueles que não recebem vencimentos justos, os quais proporcionem bem-estar às suas famílias;
- Não podem cultuar esta passagem os trabalhadores acidentados ou as famílias dos operários que morreram, pela falta de segurança e condições adequadas a seus ofícios;
- Não haverão de estar satisfeitos os incontáveis abnegados que estão com seus meses de trabalho atrasados por falta de compromisso de seus patrões;
- O país não deve estar satisfeito pelo tratamento que as autoridades dispensam aos milhões de indivíduos que, todos os dias, arriscam-se para manter uma nação tão extensa em território e em corrupção; um país constantemente deseducado e desrespeitado pelos "chefes de estado".

Em todo caso, as sinceras homenagens são dirigidas a todos vocês. Elas partem de um trabalhador que, assim como todos, tenta fazer dessa condição uma ponte para dignificar-se. 

18 de abr. de 2014


VIDA VIRTUAL OU VIDA APARENTE?


Vida virtual ou vida aparente?

Às pessoas que tanto pregam a harmonia nas redes sociais, em especial nas datas religiosas, eu sugiro que saiam um pouco da ideologia e comecem a agir concretamente. Proponho que reflitam se estão fazendo aquilo que propagam, se mantêm uma conduta adequada fora da vida virtual ou se preocupam em ser solidárias com outros indivíduos. 

Na vida virtual (ou vida aparente), muitas são as receitas de paz, amor, solidariedade. Muitos são os que posam de exemplares, com discursos bem construídos (às vezes nem tanto) e com relatos de experiências bem-sucedidas. Já sabemos que - fora da rede - quase tudo é humano, mortal, egoístico, sem alegoria nenhuma. As atitudes contradizem as falácias e torna-se evidente o quanto o ar de superioridade impera nas experiências digitais.  

Não é que não existam pessoas bem intencionadas, mas a porcentagem é inversa ao que se pensa em relação às de caráter duvidoso. Ninguém com bons propósitos  precisa ostentar na grande rede as suas virtudes, posto que qualidades legítimas são percebidas por quem está a nosso redor. O louvor próprio nunca me pareceu razoável, mas é dessas datas que ele se agiganta. Basta utilizarmos a barra de rolagem do Facebook para nos depararmos com uma infinidade de modelos virtualmente perfeitos. Apenas virtualmente.

Se estamos mesmo em período de reflexão (e o concebo assim), que pelo menos tenhamos a hombridade de admitir nossas fraquezas, nossa inércia, nossa falta de compromisso com o que realmente importa, nossa falta de respeito às pessoas e nossa fragilidade enquanto seres humanos. É um belo início e, em meu entender, muito mais significativo do que apresentar uma realidade inexistente para nossos "pseudoamigos" da internet.  Se somos tão exemplares assim, não precisamos esperar datas esporádicas para mostrarmos que não somos (ou quem não somos).

Uma Páscoa cheia de sinceridade e menos hipocrisia; menos aparência e mais atitude.

Cassildo Souza

17 de abr. de 2014

Emprego do hífen 04


De acordo com a grafia vigente, prefixos terminados em vogais juntando-se ao segundo elemento iniciado com "H" exigem separação por hífen. Já era dessa maneira antes do Acordo Ortográfico.

sobrE-Humano - infrA-Hepático - supeR-Humano - antI-Higiênico

Emprego do Hífen 03


Com o Novo Acordo Ortográfico, se o prefixo terminar em "R" e a palavra seguinte iniciar também em "R", deve haver separação. Observemos a grafia:

inteR-Relação - hipeR-Romântico - inteR-Regional

Emprego do Hífen 02


Com o Novo Acordo Ortográfico, e consequente padronização do emprego do hífen, algumas mudanças merecem destaque.

Vogal final do prefixo juntando-se às consoantes "R" ou "S" que iniciam o segundo elemento exige dobrar a consoante e eliminar o hífen. Atentemos para as novas grafias, que parecem estranhas num primeiro momento:

antIRReligioso - autORRetrato - antIRRábico

ultrASSonografia - antISSéptico - antESSala

Emprego do Hífen 01


Com o Novo Acordo Ortográfico, algumas confusões provocadas pelo hífen parecem ter acabado. Houve uma padronização na composição das palavras formadas por prefixação. 

Vogal final do prefixo diferente da vogal inicial do termo seguinte exige um vocábulo só; vogais iguais nesses dois termos exigem separação por hífen. Vejamos as novas grafias:

infrAEstrutura - autOEstima - autOAvaliação - autOAjuda

antI-Inflamatório - contrA-Ataque - micrO-Onda

DICA DE TÍTULO - INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS

Dificuldades em interpretação de textos? São 815 questões para treinar, dos mais diversos concursos e exames. Mais uma da Editora Campus, série CONCURSOS PÚBLICOS.