Língua: primeira manifestação cultural de qualquer sociedade. Expressão maior do ser humano, em diferentes maneiras: verbal e não-verbal; escrita e falada; culta e variante; musical e visual. Enfim, Língua Portuguesa, Língua Brasileira, língua estrangeira: sem ela, a sociedade não sobreviveria.
21 de set. de 2014
20 de set. de 2014
O PROFESSOR E OS DESAFIOS DO MILAGRE!
Com a sociedade esfacelada e indefinida em vários aspectos, algumas questões passam a tornar-se dúbias, uma vez que os fundamentos clássicos para elas talvez não sirvam mais a uma resposta clara. Saber qual é o papel da escola atual e, mais especificamente, o papel do professor (ou educador) é uma das perguntas cujas respostas não têm vindo com muita objetividade. Antecipadamente, entendo que a escola não pode acumular funções, sob pena de não realizar nem mesmo aquilo a que se destina.
Deixando de lado o discurso de que a escola precisa acompanhar a geração atual etc, meu questionamento se relaciona ao modo como os alunos têm chegado às salas de aula: desacostumados a cumprir normas, descomprometidos consigo próprios, não cientes da importância que a educação deve exercer em suas vidas. Em linhas gerais, este é o perfil dos estudantes do ensino básico atual. Se é evidente que cabe à escola contribuir com a sua formação, também é claro que sem o apoio das famílias - quase sempre desestruturadas - torna-se impossível realizar essa tarefa de maneira bem-sucedida.
Os adolescentes atuais são indivíduos que dominam várias habilidades tecnológicas e virtuais; aprendem rapidamente a tocar instrumentos musicais; editam vídeos com uma facilidade admirável; operam com perícia os computadores. Todas essas habilidades, no entanto, são obtidas aleatoriamente pela disponibilidade que essas ferramentas apresentam, sem disciplina para utilizá-las no momento devido e de forma otimizada. Apesar de todas essas qualidades, não há noção do que seja respeitar limites. Então, entramos naquilo que muitos dizem - e concordo - de que a função de sistematizar esses conhecimentos é da escola. É dela a competência de fornecer o embasamento teórico necessário à facilitação da vida desses alunos. Muitos alunos parecem não dispostos a aceitar isso, visto que vão para a escola simplesmente por obrigação ou por causa das "resenhas" que farão antes, durante e depois das aulas. Aprendizado é quase nulo.
Grande parte do corpo discente advém de grupos familiares inseridos em situações adversas: problemas sociais dos mais diversos matizes, como violência, álcool, drogas, separação de pais, criação pelos avós ou até por outras pessoas. Sem precisar ser especialista no assunto, sabemos que tais aspectos interferem diretamente na socialização e no aprendizado dos meninos, a ponto de não estarem nem um pouco interessados nos ensinamentos dos mestres, com raras exceções. Há uma falta de direcionamento incrível; os problemas são cada vez mais diversificados e em quantidade cada vez maior. O professor, na sala de aula, tem que funcionar como um herói, o "salvador da pátria", para - além de exercer o que lhe compete, ou seja, a transmissão e aplicação dos conhecimentos fundamentais - ainda sanar a situação social em que bom número de seus alunos se encontram. Nunca deu - nem dará - certo.
Na maioria das situações, a cobrança sobre os educadores é constante e injusta, a meu ver. Quando analisados, os professores são colocados contra a parede pelos resultados insatisfatórios (números), como se a explicação para o desempenho dos jovens estivesse condicionada "apenas" ao aprendizado em si. As questões que citei acima são geralmente colocadas de lado, ainda que tais análises partam de quem se diz técnico em educação. São profissionais que enxergam as coisas às vezes de maneira muito limitada, lendo - e não interpretando - números que deveriam levar em consideração os aspectos gerais que envolvem ensinar para a geração atual. Em síntese: é como se a escola tivesse a função de transmitir conhecimento, aplicá-lo e ainda solucionar os problemas sociais vividos pelos alunos. Isso é distorcer o papel da instituição e dos professores. É cobrar-lhes algo que eles não têm ou não podem oferecer.
Seria preciso rever alguns modos de conduzir a educação também nesse sentido. A escola precisa apoiar, sim, seus alunos em todos os aspectos que estiverem a seu alcance. É necessário, também, que haja políticas concretas que ataquem os problemas sociais vividos antes da chegada desses meninos aos bancos escolares. É fundamental que se criem estratégias para acompanhar crianças que não têm o devido comprometimento por parte de seus tutores. Por mais que os educadores tenham boa vontade de ajudá-los, há tarefas que não lhes competem. Eles estão sempre desamparados, sem respaldo, enfrentando cargas horárias desumanas, mal conseguindo realizar o que já é de sua obrigação. Não se pode substituir a aquisição do conhecimento por socialização vaga, esperando apenas a presença do aluno nas salas de aula como refúgio dos problemas que enfrenta em casa, sem que veja naquilo uma real oportunidade de mudar sua vida. Desejar que o professor resolva tudo é querer que ele faça milagres. Professor não é milagreiro: é, no máximo, um incentivador do conhecimento.
14 de set. de 2014
7 de set. de 2014
31 de ago. de 2014
30 de ago. de 2014
24 de ago. de 2014
11 de ago. de 2014
HOMENAGEM AO DIA DO ESTUDANTE
Gostaria de dedicar todo o sucesso do mundo aos estudantes brasileiros:
aos estudantes na acepção da palavra, àqueles que levantam cedo para se dirigirem a escolas distantes, com acesso inviável, em busca de um sonho do qual talvez nem tenham consciência ainda;
àqueles que almoçam "engolindo" a comida para não se atrasar e, assim, não perder um segundo de explicação ou da tarefa proposta;
aos que se afastam de casa, da família, para tentar a faculdade desejada, longe de suas origens, visando a um futuro digno;
aos que vão para escolas sem estruturas, sem professores - ou com professores "enrolões" que não dignificam a função - e ainda assim nunca deixam de acreditar no que está por vir;
aos que conciliam trabalho e estudo, no intuito de garantir as condições para esse mesmo estudo ou ajudar na renda familiar;
aos que buscam, um dia, contribuir com seu conhecimento profissional para um país tão maculado pela corrupção, pelo descaso, pela vergonha;
enfim, aos que sonham, porque sonhar é típico da classe estudantil, tantas vezes importante nos momentos cruciais do Brasil.
A você, estudante, meus cumprimentos, meus respeitos, minha admiração. No fim, sua luta não é distinta da que nós, professores, travamos; mas vocês são muito mais importantes, posto que constituem a razão pela qual exercemos a nossa vocação.
Grande abraço a todos os estudantes do Brasil, especialmente aos meus alunos da Escola Estadual Tristão de Barros (Currais Novos-RN), Central Cursos CN (Currais Novos-RN) e J&K CURSOS (Acari-RN).
Professor Cassildo Souza.
2 de ago. de 2014
O INÍCIO DA TRAJETÓRIA EM CURSOS PREPARATÓRIOS
Certo dia de junho de 2005 (sei que foi entre 20 e 30.06), estava numa lan house, quando recebi a ligação de Francisca Bilisca, esposa de Simão Luiz, querendo falar comigo. O motivo: um cursinho de inglês que abriria em Santa Cruz, sob a responsabilidade de Sônia e Erivan (Maria Irene C Santos), professores daquela cidade. Estavam procurando alguém em Currais Novos que pudesse lecionar nesse local. Seria um centro de cursos e idiomas, envolvendo português, matemática, inglês. Como o CLA, através de Simão, era referência, foi lá o primeiro local onde Erivan pediu informações sobre profissionais. Simão, a exemplo que fizera em 1997, quando tive minha primeira oportunidade profissional em sala de aula, indicou - dentre outros nomes - o meu. Então, dirigi-me ao cursinho, para encontrá-los e conhecer Erivan Santos, uma pessoa extraordinária em tudo que viria depois dali.
Já estava escrito que a partir da experiência que eu iria retomar - embora numa modalidade nova para mim - nunca mais eu deixaria de trabalhar com preparação para concursos e vestibulares. Eu estava na prefeitura havia 7 anos e tinha interrompido - temporariamente - as experiências docentes iniciadas em 1997. Viajei para Santa Cruz, dia 28.06.2005, para o primeiro contato e acertei que voltaria em 30.06.2014, para ir até Natal buscar opções de material didático, especificamente para as turmas de Inglês, viagem que fiz com a Professora Sônia. Não sendo bem-sucedidos lá, acabamos pedindo o livro fora - em Recife-PE - que seria o Interchange. Divulgações foram feitas para iniciar o cursinho e eu sempre em contato com Erivan, por telefone, ansioso para ver no que as coisas dariam. E eis que a primeira turma a ser formada foi a de concursos, com língua portuguesa. Eu sempre quisera trabalhar com português em concursos e vestibulares. Iniciava, em 28.07.2005, a minha primeira experiência dessa natureza. Uma semana depois, iniciávamos as turmas de inglês, na sexta-feira à noite e no sábado pela manhã. Não tinha ainda toda essa bagagem, mas já procurava fazer com responsabilidade aquilo que me era atribuído.
Para resumir, o cursinho durou até dezembro/2005. Embora houvesse bom número de alunos no total e uma boa aceitação, por questões profissionais, Erivan e Sônia não tiveram condições de continuar com a ideia. Meu amigo Erleilson Herly tinha sido contratado (eu o indicara para a turma de matemática e depois várias vezes houve a retribuição) duas semanas depois de as atividades começarem. A convivência com Erivan, sua esposa Irene e suas filhas foi muito proveitosa nesses tempos. Minha esposa (namorada à época) morava em Santa Cruz, o que também era um suporte para mim. Quando chegávamos, na sexta-feira à tarde, íamos primeiro para a residência de Sônia, onde sempre fomos muito bem tratados por ela, seu esposo Dodó e suas meninas, Mylla e Raphaella. A última viria a ser minha aluna depois, no Cedap. À noite, após as aulas, voltávamos para a casa de Erivan e várias vezes nos reunimos para ouvirmos seus conselhos, dicas, ensinamentos que ficarão eternamente memorizados e que nos guiam até hoje. Foi dele o incentivo para que fizéssemos o concurso do Estado, que se aproximava. Tratamos de segui-lo e várias noites eu estudava os conteúdos de Didática com Erleilson, antes de dormir. Foi uma orientação certeira, posto que tempos depois fomos convocados como professores efetivos. Não há nada para dizer que não sejam palavras de agradecimento e sensação de que tudo foi positivo. Creio que nossa ida para Santa Cruz tinha o propósito de encontrarmos essa pessoa que nos deu direcionamentos decisivos em nossas carreiras.
O cursinho encerrou-se, mas os frutos de nossas primeiras aulas vieram depois. Um ex-aluno de lá, Thales, filho de um professor conhecido na cidade, indicou meu nome para o Diretor do Cedap,Sr. Reinaldo Ricardo, em 2006, o qual me convidou para lecionar na preparação ao vestibular, outro desejo latente em mim. Passei 6 anos lá (2006 a 2012) e só saí por questões de ajuste profissional, quando convocado para a segunda carga horária do Estado. Erleilson - após um aulão que ministrou com a presença de Reinaldo - acabou sendo integrado à equipe de professores de lá se encontra até hoje naquele estabelecimento. Mas a história do Cedap eu escrevi outro dia, quando me despedi de lá (http://centraldasletras.blogspot.com.br/2012/08/e-entao-eu-entraria-para-o-cedap.html). Após esses dois trabalhos iniciados em Santa Cruz, as portas iam abrindo-se e cada vez mais eu tinha que dividir minhas atividades profissionais entre a Prefeitura (de cujo quadro funcional eu fazia parte) e instituições da cidade, como COCAP (2006-2007), Central de Cursos (desde 2007), Evolução (2009-2011), J&K CURSOS-Acari (desde 2009). Sempre tive apoio de todo mundo que me rodeia, inclusive na própria Central de Cursos: em 2008, o professor titular Cloacir sugeriu que eu dividisse a disciplina com ele. Uma honra ter a confiança de uma referência atemporal, como aquele mestre.
Nunca chegamos aos objetivos por nós mesmos, sozinhos, sem suporte de pessoas que nos apoiam. Karlo Sérgio foi um cara decisivo em meu crescimento pela confiança que sempre me transmitiu desde as primeiras atuações. Sempre me deu prioridade para assumir as aulas das diferentes modalidades e eu não poderia deixar de citá-lo como importante para que eu me firmasse; o COCAP, aqui em Currais Novos, foi o primeiro cursinho a me convidar para desempenhar minha função e uma turma em especial marcou a mim e a Erleilson (um cara sempre presente em minha trajetória profissional): era a turma preparatória ao primeiro Exame de Nível Médio Integrado do IFRN - Campus de Currais Novos (2006), que teve uma aprovação espetacular, mesmo com apenas duas semanas de aula (todos os dias). Nesta turma, existia - dentre outros meninos - um certo cara chamado Eric Costa, estudante de Medicina da UFMA, que voltaria a ser meu aluno em 2010. São vários os processos. Eu já pensava em ser professor nessas modalidades, lá atrás, quando esse ramo reunia uma quantidade bem maior de alunos. Posso dizer que é um sonho realizado, visto que eu não tinha convicção de que um dia atingiria essa meta. É um segmento bastante concorrido e cheio de imprevisibilidades. Com o tempo, é normal que atenuemos a quantidade de aulas na preparação ao ENEM, concursos e IFRN, inclusive no meu caso, pela carga já "pesada" de trabalho que tenho com as aulas no Estado. Mas esse é outro capítulo, a que me dedicarei em outra ocasião, quando falarei de minha ida para a Escola Estadual "Tristão de Barros".
28 de jul. de 2014
MEU PRIMEIRO DIA COMO PROFESSOR
1.º de abril de 1997. Parece ironia, numa data dessas começar minha carreira profissional de docente, aos 19 anos incompletos, Salustiano Medeiros, Língua Inglesa, 5.ª à 8.ª série (atualmente 6.º ao 9.º ano), turno noturno. Alunos com idade parecida e alguns até mais velhos. Indicação do professor Simão Luiz, que me oferecera uma bolsa para o cursinho CLA e me apoiava mais uma vez, agora me incentivando a iniciar prática profissional.
Nervosismo comum a qualquer iniciante, tremi sem deixar perceberem. Recursos atualmente existentes não havia naquele tempo, mas havia a boa vontade dos que me receberam: Genilda Souza Souza e Nilma Xavier, gestoras da época, as quais acreditaram num menino franzino e cheio de incertezas. Sei que comecei, como pude; se estava ali, não poderia mais voltar atrás com qualquer que fosse a desculpa. Uma vez na primeira sala, tudo aquilo seria crucial para a solidificação que tem ocorrido em minha profissão. Naquele mesmo ano eu ainda teria experiência no CCCN, onde estivera como aluno de 1989 a 1995. Mas essa é outra história à qual dedicarei momento especial.
Não dá para lembrar os conteúdos trabalhados, mas sei que procurei me acalmar revisando alguns conteúdos que eu - sem experiência e quase nenhuma formação na matéria - presumia serem importantes. E - em cada turma o mesmo ritual - ao final da primeira noite eu sentia um alívio, posto que no encontro seguinte, teoricamente, todos já teriam tido algum contato comigo. Não tive dúvidas de que aquilo me interessava e, mais do que isso, me fascinava, como fascina tudo aquilo que nos é peculiar. Dali, outras experiências docentes - paralelamente à minha convocação para a prefeitura como agente administrativo - aconteceriam.
Uma honra, dentre tantas daquele ano experimental, foi a presença de D.Francisca Assis Batista Nicolau como supervisora da instituição e, consequentemente, minha colega, além de professor Chiquinho (Geografia), Maria José (Artes), Magnólia Maggy (Ensino Religioso), todos já tendo sido meus mestres no antigo CCCN; além deles, o sempre "up" Jota Lúcio (inglês, no turno vespertino). Lembro-me muito bem das presenças constantes, nos encontros pedagógicos, de pessoas que eu viria a conhecer melhor depois, como professora Aura e Francinete Medeiros de Lima, atualmente minha supervisora na EETB - Escola Estadual Tristão de Barros. As secretárias Nininha e Rozilda também me apoiaram bastante àquele ano, a exemplo de um cara muito legal comigo na época, Paulo Câmara. É possível que não me lembre de um ou outro nome.
Sem esse impulso inicial, eu talvez jamais seguisse na profissão, que posteriormente viria a ser rebuscada, com a realização de concursos para o Estado, os quais compreendem minhas duas cargas horárias como professor de língua inglesa, bem como na condição de professor em cursinhos preparatórios. Dezessete anos já se foram. Hoje, fico refletindo sobre a quantidade de coisas que tive a oportunidade de aprender nesse período. Aprendemos todos os dias e, quanto mais julgamos saber de alguma coisa, tendemos a aprender mais, nesta época de processos tão rápidos e às vezes sem maturação. Aprendemos a lidar com gente, aprendemos a lidar com nós mesmos. Aprendemos que, sem certas pessoas, não chegaríamos - nem chegaremos - a pontos desejados. É transcendental poder olhar pra trás, depois de tanto tempo, e mesmo assim ter a sensação de estarmos sempre começando.
Vida que segue. Eu sou um cara feliz.
27 de jul. de 2014
HTTP
O Hypertext Transfer Protocol (HTTP), em português Protocolo de Transferência de Hipertexto, é um protocolo de comunicação(na camada de aplicação segundo o Modelo OSI) utilizado para sistemas de informação de hipermídia, distribuídos e colaborativos.1 Ele é a base para a comunicação de dados daWorld Wide Web.
Hipertexto é o texto estruturado que utiliza ligações lógicas (hiperlinks) entre nós contendo texto. O HTTP é o protocolo para a troca ou transferência de hipertexto.
Fonte: wikipedia.org
O que significa "URL"?
Um URL (de Uniform Resource Locator), em português Localizador-Padrão de Recursos, é o endereço de um recurso (como um arquivo, uma impressora etc.), disponível em uma rede; seja a Internet, ou mesmo uma rede corporativa como uma intranet.
Um URL tem a seguinte estrutura:
protocolo://máquina/caminho/recurso
Adaptado de wikipedia.org
ALGUNS PARES CONFUNDÍVEIS EM LÍNGUA INGLESA, NA ESCRITA E NA PRONÚNCIA
MUST x MOST
BED X BAD
WASH X WATCH
HERE X HEAR
ADDITION X ADDICTION
RULE X ROLE
HOUR X OUR
SNACK X SNAKE
FEAR X FAIR
Estes e muitos outros pares de palavras podem confundir o falante ou ouvinte; escritor ou receptor. Como na língua-materna, é preciso ter cuidado com essas "peças".
25 de jul. de 2014
REDAÇÃO: A PRÁTICA LEVA À PERFEIÇÃO
Um músico precisa tocar muito para evoluir,
Um jogador precisa treinar muito para executar as jogadas,
Um atleta precisa ser disciplinado na academia para obter resultados,
Um ator precisa ensaiar várias vezes,
Um motorista só aprende a dirigir com muitas repições.
Por que seria diferente com a redação?
O exercício leva à perfeição!
ORTOGRAFIA VI
A Língua Portuguesa e suas "peças" pregadas: OBSESSÃO e OBCECADO quase sempre são relacionadas quanto ao sentido, mas não é necessariamente assim. As escritas são diferentes.
ORTOGRAFIA V
EXCESSO e EXCEÇÃO tem escritas diferentes.
Muita gente ainda não atentou para tal, mesmo com a correção automática imperando em todos os níveis de rede social.
ORTOGRAFIA IV
ACESSO, ACESSÓRIO, ASSESSOR. Cuidado! há sempre uma letra estranha para confundir o povo.
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