Língua: primeira manifestação cultural de qualquer sociedade. Expressão maior do ser humano, em diferentes maneiras: verbal e não-verbal; escrita e falada; culta e variante; musical e visual. Enfim, Língua Portuguesa, Língua Brasileira, língua estrangeira: sem ela, a sociedade não sobreviveria.
27 de abr. de 2014
18 de abr. de 2014
VIDA VIRTUAL OU VIDA APARENTE?
Vida virtual ou vida aparente?
Às pessoas que tanto pregam a harmonia nas redes sociais, em especial nas datas religiosas, eu sugiro que saiam um pouco da ideologia e comecem a agir concretamente. Proponho que reflitam se estão fazendo aquilo que propagam, se mantêm uma conduta adequada fora da vida virtual ou se preocupam em ser solidárias com outros indivíduos.
Na vida virtual (ou vida aparente), muitas são as receitas de paz, amor, solidariedade. Muitos são os que posam de exemplares, com discursos bem construídos (às vezes nem tanto) e com relatos de experiências bem-sucedidas. Já sabemos que - fora da rede - quase tudo é humano, mortal, egoístico, sem alegoria nenhuma. As atitudes contradizem as falácias e torna-se evidente o quanto o ar de superioridade impera nas experiências digitais.
Não é que não existam pessoas bem intencionadas, mas a porcentagem é inversa ao que se pensa em relação às de caráter duvidoso. Ninguém com bons propósitos precisa ostentar na grande rede as suas virtudes, posto que qualidades legítimas são percebidas por quem está a nosso redor. O louvor próprio nunca me pareceu razoável, mas é dessas datas que ele se agiganta. Basta utilizarmos a barra de rolagem do Facebook para nos depararmos com uma infinidade de modelos virtualmente perfeitos. Apenas virtualmente.
Se estamos mesmo em período de reflexão (e o concebo assim), que pelo menos tenhamos a hombridade de admitir nossas fraquezas, nossa inércia, nossa falta de compromisso com o que realmente importa, nossa falta de respeito às pessoas e nossa fragilidade enquanto seres humanos. É um belo início e, em meu entender, muito mais significativo do que apresentar uma realidade inexistente para nossos "pseudoamigos" da internet. Se somos tão exemplares assim, não precisamos esperar datas esporádicas para mostrarmos que não somos (ou quem não somos).
Uma Páscoa cheia de sinceridade e menos hipocrisia; menos aparência e mais atitude.
Cassildo Souza
17 de abr. de 2014
Emprego do hífen 04
De acordo com a grafia vigente, prefixos terminados em vogais juntando-se ao segundo elemento iniciado com "H" exigem separação por hífen. Já era dessa maneira antes do Acordo Ortográfico.
sobrE-Humano - infrA-Hepático - supeR-Humano - antI-Higiênico
Emprego do Hífen 03
Com o Novo Acordo Ortográfico, se o prefixo terminar em "R" e a palavra seguinte iniciar também em "R", deve haver separação. Observemos a grafia:
inteR-Relação - hipeR-Romântico - inteR-Regional
Emprego do Hífen 02
Com o Novo Acordo Ortográfico, e consequente padronização do emprego do hífen, algumas mudanças merecem destaque.
Vogal final do prefixo juntando-se às consoantes "R" ou "S" que iniciam o segundo elemento exige dobrar a consoante e eliminar o hífen. Atentemos para as novas grafias, que parecem estranhas num primeiro momento:
antIRReligioso - autORRetrato - antIRRábico
ultrASSonografia - antISSéptico - antESSala
Emprego do Hífen 01
Com o Novo Acordo Ortográfico, algumas confusões provocadas pelo hífen parecem ter acabado. Houve uma padronização na composição das palavras formadas por prefixação.
Vogal final do prefixo diferente da vogal inicial do termo seguinte exige um vocábulo só; vogais iguais nesses dois termos exigem separação por hífen. Vejamos as novas grafias:
infrAEstrutura - autOEstima - autOAvaliação - autOAjuda
antI-Inflamatório - contrA-Ataque - micrO-Onda
DICA DE TÍTULO - INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS
Dificuldades em interpretação de textos? São 815 questões para treinar, dos mais diversos concursos e exames. Mais uma da Editora Campus, série CONCURSOS PÚBLICOS.
13 de abr. de 2014
11 de abr. de 2014
10 de abr. de 2014
8 de abr. de 2014
7 de abr. de 2014
5 de abr. de 2014
OBRIGADO PELOS 2 MILHÕES DE ACESSOS
São 2.008.000 acessos com abordagem de conteúdos educacionais, o que nem sempre é comum em se tratando do Brasil.
Obrigado a todos que nos acessam e fazem deste espaço uma forma de difusão do conhecimento.
Grande abraço a todos os internautas.
Professor Cassildo Souza.
22 de mar. de 2014
A FESTA ESTÁ AÍ...OS PAIS, NEM AÍ!
Dificilmente saio de casa com destino a eventos festivos - abertos ou fechados ao público. Sou de um jeito tal, que muitos me julgam como antissocial, o que, apesar do exagero, é compreensível. Ontem, a convite de um amigo, resolvi "sair da toca" e dar uma olhada no movimento. E o CACTUS MOTOFEST (ou MOTO FEST, não tenho certeza do nome), longe de ser um evento que me atraia (embora não haja nada contra), trouxe-me uma perspectiva diferente, pelo menos a título de análise, sobre como os pais controlam os filhos na "modernidade" que estamos vivenciando.
Primeiro ponto: alguns pais não limitam os lugares para onde seus filhos vão, tampouco o horário em que devem voltar, em especial aqueles com idade variando entre 11 e 13 anos; foi muito comum ver meninos e meninas dessa faixa etária transitando com euforia pelas ruas, em horas avançadas da noite, 'curtindo' o evento como se fossem maiores, desacompanhados de um indivíduo adulto. O fluxo de pessoas em festividades dessa natureza não tem um controle quanto à idade, à companhia, à procedência. Não há estrutura nem ação para isso. Muitos desses meninos são alunos que passarão o fim de semana nesse vaivém e, na segunda-feira, estarão - como de costume - dormindo na aula dos professores, os quais serão julgados como "incapazes de planejar uma aula atrativa". A cena sempre se repete.
Segundo ponto: alguns pais - na ânsia de apreciar o evento e sair da mesmice (já que perderam essa possibilidade, ao se tornarem genitores precoces, em sua maioria) - precisam levar consigo os filhos menores ou até bebês. Em se tratando de recém-nascidos, enrolam-nos em um pano e saem perambulando pelos vários pontos da festa. Mas, quando se trata de crianças entre 6 e 8 anos, os pais saem numa velocidade tremenda, atropelando tudo quando é gente, e os filhos atrás, como se estivessem desgarrados, sem a atenção devida que um ser daquela idade precisa de seus responsáveis. Cada família deve responsabilizar-se por seus componentes. Mas...é a festa. Isso é apenas a constatação de um fato corriqueiro.
As autoridades - por inércia ou por falta de estrutura - não têm firmeza no acompanhamento desse tipo de atitude. Os órgãos brasileiros, sabemos, são falhos: o poder público inexiste. Aplicam-se devidamente as leis quando um cidadão menor de 18 anos precisa ser solto: tem-se que cumprir a Constituição; no entanto, sem se observar a mesma lei, menores saem e voltam quando querem, sem o consentimento dos pais (há filhos que comandam seus lares), experimentam bebida alcoólica (isso é público e notório) e até outras substâncias. Adolescentes em idade escolar "deitam e rolam" na calada (barulhenta) da noite. Algum pai já foi punido alguma vez? Claro que não, e nunca o será. Afinal, é a festa. Ela está aí. Os pais? Nem aí!
18 de mar. de 2014
ALGUNS TEMAS PARA TREINAR EM PREPARAÇÃO AO ENEM 2014
Sem a intenção de prever temas para o ENEM, alguns eu elenco aqui pela complexidade e habilidade que exigem no seu trato:
- OS "JUSTICEIROS " E A SEGURANÇA PÚBLICA BRASILEIRA;
- A ASCENSÃO FEMININA AO PODER;
- A OBRIGATORIEDADE DO VOTO NO BRASIL (TEMA QUE VOLTA A SER LEMBRADO);
- A REDUÇÃO DA MAIORIDADE PENAL;
- CASOS DE RACISMO NO FUTEBOL;
- UNIÃO CIVIL HOMOAFETIVA;
- LEGALIZAÇÃO E DESCRIMINALIZAÇÃO DA MACONHA;
- DESCRIMINALIZAÇÃO DO ABORTO;
- A NOVA FAMÍLIA BRASILEIRA;
- A NOVA CLASSE MÉDIA BRASILEIRA;
- O FENÔMENO SOCIAL "ROLEZINHOS";
- OS MOVIMENTOS DE PROTESTOS PELO BRASIL (COMO O ENEM É ESTATAL, ESTE TEMA DIFICILMENTE SERÁ COBRADO);
- A SITUAÇÃO DA EDUCAÇÃO (E DA ESCOLA) BRASILEIRA;
- COPA DO MUNDO 2014 E OLIMPÍADAS 2016 NO BRASIL;
- A SITUAÇÃO DA SAÚDE PÚBLICA BRASILEIRA;
- IMPLANTAÇÃO DA PENA DE MORTE NO BRASIL.
14 de mar. de 2014
SER REALISTA É SINAL DE BOM SENSO
Se sou pessimista? Às vezes, mas não sempre. Estou longe disso. O fato é que cegar para alguns problemas não faz parte do meu estilo. Não diria, por exemplo, que estamos passando - seja aqui ou no resto do mundo - por um momento interessante. É certo que nunca houve (nem haverá) perfeição, mas o fato é que vejo o Brasil e o mundo muito mais degradados do que em outros tempos. São diversos os exemplos.
Aqui no "continente", a escola - quase falida há algumas décadas - tornou-se, para grande parte dos alunos, apenas um "point" aonde vão para conversar sobre as novidades do momento. Os professores, em sua maioria mal remunerados, mal qualificados e mal-humorados, não são respeitados nem pelas autoridades nem pela sociedade. Esses adolescentes já vêm de casa como que por uma falta de opção de fazer algo mais interessante, ou "expulsos" pelos pais que desejam livrar-se deles, já que se encontram cansados de também não serem respeitados.
Em casa, os filhos comandam os pais, decidem o que estes farão em favor daqueles; fora de casa, alguns comandam quadrilhas; quadrilhas de outra categoria também se instalam nos gabinetes de autoridades políticas ou de dirigentes do futebol (sei lá se não se trata da mesma coisa...). Protestos? Sim, existem, mas com grande desorganização, como quase tudo o que acontece por aqui. Sempre com meia dúzia de insanos que se aproveitam para alimentar o discurso da elite, segundo o qual esses movimentos não passam de agitação e vandalismo. A despeito de tudo isso, a Copa - também com a grife da desorganização, talvez a mais bagunçada da história - aproxima-nos perigosamente da desgraça total.
Respondendo à pergunta inicial: não sou pessimista. Trabalho em 15 expedientes de segunda a sexta-feira, como professor; não faço das dificuldades um empecilho para não prosseguir. Não sou pessimista, posto que acredito naquilo que faço, embora saiba que jamais conseguirei mudar quase nada. Não sou pessimista, se ainda tenho esperança de ver alguma coisa com a cara diferente. Não sou pessimista, pois apesar de tudo, continuo tentando. Nós, brasileiros, somos o povo mais otimista do mundo. Tão otimista, a ponto de estarmos a 514 anos esperando que o conto de fadas que nos empurram desde 1500, aconteça a qualquer momento.
Ser realista é ter bom senso. Há coisas boas também, mas tem dado um trabalho enorme de encontrá-las, no meio de tanto descaso.
Ser feliz não significa rir, mesmo com a desordem; pelo contrário, presume ter bom senso ao observar em que situações estamos imersos, a fim de melhorarmos nem que seja um por cento do que se apresenta.
7 de mar. de 2014
A PREPARAÇÃO É UM PROCESSO CONTÍNUO
O erro de alguns alunos (e alguns pais que entram na onda) é achar que vão ser aprovados para um exame qualquer (IFRN, vestibulares, ENEM), apenas por "estar pagando" um cursinho.
Meus caros, cursinho preparatório não funciona para aventureiros; é um extensão da preparação e compromisso da sala de aula.
Contraditoriamente, essas escolas especializadas em provas dessa natureza tendem a funcionar para quem já é focado, reforçando os seus conhecimentos e enfocando assuntos pontuais.
As decepções têm sido constantes, e ainda o serão, caso a mentalidade não mude.
#AMãodoEneméPesada
#PreparaçãoExigeCompromisso
USO INDEVIDO DO CELULAR EM SALA DE AULA
Ir à sala de aula com sono, pelas noites mal dormidas das farras, ficar com o celular conectado à rede, comentando as mesmas farras, falando sobre coisas alheias às explanações? Impossível extrair algo de concreto.
Algumas pessoas estão nos lugares errados. Aprendizagem exige concentração, interação, debate. Quem vai à aula com o celular ligado, está apenas usando aquele lugar como ponto de apoio para sua diversão, o que não se alinha - jamais - aos propósitos de uma preparação bem realizada.
Estamos abertos aos contrapontos. Se alguém tiver argumentos consistentes para provar que é possível bater papo na internet com os amigos e - simultaneamente - dar conta dos temas discutidos de maneira efetiva, habilite-se.
http://centraldasletras.blogspot.com/2012/05/como-limitar-o-uso-de-dispositivos.html
5 de mar. de 2014
Há algo preocupante quando se avaliam textos de alunos do ensino médio. Alguns alunos com potencial enorme parecem perder um pouco a aptidão pela escrita nessa fase escolar. A incoerência é que no ensino médio essa habilidade, se já era algo destacável, deveria ser ainda mais explorada (pelo aluno e pelas instituições). Saber o que acontece poderia render uma pesquisa específica nesse quesito.
ESCREVER SEMPRE FOI ESSENCIAL. NO ENEM, AINDA MAIS
De nada adiantará a preparação ao ENEM em todas as disciplinas, se a redação não for praticada. Deveria ser uma sacada óbvia, mas não tem sido. O "peso" do braço do Exame é pesado. Eu não gostaria de sentir. Corresponde a - no mínimo - um ano de atraso na busca pelo ensino superior.
E outra, o cidadão atual precisa saber se expressar no registro escrito. Não se trata apenas de praticar texto para entrar na universidade e ponto final. A coisa inicia - de fato - lá.
2 de mar. de 2014
TIPOLOGIA TEXTUAL - SEQUÊNCIA DIALOGAL
A seqüência dialogal representa
a fala entre duas ou mais pessoas, chamadas de interlocutores. Poderá vir
inserida dentro de uma seqüência narrativa.
- Alô, bom dia!
- Márcia Cunha, bom
dia, em que posso ajudar?
- Gostaria de aumentar
o limite de meu cartão.
- Só um minuto, por
favor, posso confirmar seu CPF?
- Pois não, esteja à
vontade.
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